Controle tecnológico de blocos de concreto: ensaios que sua obra deve exigir

Blocos e Alvenaria · Goiás · 2026-02-17

Resposta direta: os ensaios que importam

O controle tecnológico de blocos de concreto se apoia em quatro verificações previstas nas normas ABNT: análise dimensional (largura, altura, comprimento, espessura de paredes do bloco), resistência à compressão (o fbk do lote), absorção de água e, em alvenaria estrutural, o ensaio de prisma (dois blocos assentados com argamassa, comprimidos até a ruptura). Juntas, essas verificações confirmam que o material entregue corresponde ao especificado em projeto.

Na prática de obra, o controle tem duas camadas: a da fábrica — ensaios internos e auditorias de certificação — e a do canteiro, com amostragem de recebimento por lote. Comprar de fabricante certificado, como a VIBRACOM (certificação ABCP classes A, B e C e Selo PSQ), não elimina o controle de recebimento, mas reduz drasticamente o risco de reprovação e o custo de não conformidades.

O que cada ensaio verifica

EnsaioO que medePor que importa
DimensionalMedidas nominais e espessuras mínimas de paredesGarante modulação, juntas uniformes e área resistente correta
CompressãoResistência característica (fbk) na área brutaÉ a base do cálculo estrutural da alvenaria
AbsorçãoPercentual de água absorvida pelo concretoIndica compactação, durabilidade e comportamento com a argamassa
Prisma (fpk)Resistência do conjunto bloco + argamassaValida a eficiência real da parede em alvenaria estrutural

Os corpos de prova são retirados por amostragem do lote recebido e ensaiados em laboratório, com critérios estatísticos de aceitação definidos em norma.

Como montar o plano de controle da obra

  1. Defina lotes de recebimento: agrupe as entregas por quantidade e data conforme a norma, identificando cada lote com o número da nota fiscal;
  2. Amostre corretamente: retire os blocos de pontos variados do lote (não apenas do topo dos paletes) na quantidade prevista;
  3. Contrate laboratório qualificado: em Goiás há laboratórios de controle tecnológico em Goiânia, Anápolis e nas principais cidades do interior;
  4. Registre e arquive: laudos vinculados a lotes e às paredes executadas com cada lote — essencial para rastreabilidade e para o financiador;
  5. Defina o fluxo de não conformidade: lote reprovado é segregado e devolvido; jamais 'diluído' na obra.

Em alvenaria estrutural, acrescente os ensaios de prisma nas frequências indicadas pelo projetista e o controle da argamassa e do graute, que também compõem a resistência do sistema.

O que a certificação da fábrica já cobre

A certificação ABCP submete o fabricante a auditorias periódicas de processo e a ensaios sistemáticos de amostras coletadas de forma independente — dimensões, resistência e absorção — nas classes declaradas. O Selo PSQ adiciona a participação no programa setorial da qualidade, referência para obras públicas e habitacionais.

Para a construtora, isso significa que os blocos e canaletas VIBRACOM chegam à obra com histórico de conformidade auditado nas unidades Delfus (Aparecida de Goiânia) e Tubomax (Anápolis). O controle de recebimento do canteiro passa a funcionar como confirmação — e os laudos da fábrica podem compor o dossiê de qualidade da obra junto ao seu próprio controle.

O custo do controle contra o custo da falha

O argumento definitivo a favor do controle tecnológico é aritmético. De um lado, o custo do controle: ensaios de laboratório por lote, algumas horas de engenharia para gerir amostras e laudos — uma fração mínima do valor da alvenaria. Do outro, o custo da falha descoberta tarde:

  • parede portante executada com lote não conforme exige investigação estrutural, ensaios complementares e, no limite, reforço ou demolição;
  • atraso de cronograma enquanto a pendência não é resolvida — com custo fixo do canteiro correndo;
  • bloqueio de medições e liberações junto ao financiador, que exige o dossiê de qualidade em dia;
  • desgaste comercial com compradores em caso de patologias pós-entrega.

É a assimetria clássica da qualidade: prevenir custa pouco e sempre o mesmo; corrigir custa muito e imprevisível. Obras que tratam o ensaio de bloco como burocracia descobrem o valor dele exatamente uma vez — na primeira não conformidade que escapa.

Qualidade comprovada, obra auditável

Com compliance e ESG entre as tendências mais fortes da construção em 2026, obras auditáveis valem mais — para o financiador, para o comprador e para a construtora que quer evitar passivos. O controle tecnológico dos blocos é uma das peças mais baratas desse dossiê, e começa na escolha de um fornecedor com 40 anos de história e qualidade certificada.

Fale com a equipe técnica da VIBRACOM sobre especificação, laudos e fornecimento para sua obra em qualquer região de Goiás: WhatsApp (62) 99976-3447 ou página de contato.

Perguntas frequentes

Quais ensaios devo exigir ao receber blocos de concreto?

Análise dimensional, resistência à compressão e absorção de água, por amostragem de lote conforme as normas ABNT. Em alvenaria estrutural, acrescente ensaios de prisma para validar o conjunto bloco + argamassa.

Comprar bloco certificado dispensa ensaio na obra?

Não dispensa, mas muda o papel do ensaio: ele vira confirmação de um material com histórico auditado, com risco de reprovação muito menor. O controle de recebimento continua sendo boa prática e exigência comum de financiadores.

O que acontece se um lote de blocos for reprovado?

O lote deve ser segregado, identificado e devolvido ao fornecedor, nunca misturado à obra. Se paredes já foram executadas com o lote, o projetista deve avaliar a situação com ensaios complementares.

O que é ensaio de prisma na alvenaria estrutural?

É o ensaio de compressão de dois blocos sobrepostos e assentados com a argamassa da obra. Ele mede a resistência real do conjunto (fpk), que é o valor usado pelo calculista para verificar a segurança das paredes.

Solicite um orçamento: WhatsApp (62) 99976-3447 ou página de contato. VIBRACOM — 40 anos fabricando artefatos de concreto em Anápolis e Aparecida de Goiânia.